Bugatti Veyron 20 Years: restauração 1/1 une cores do Tourbillon e rodas 20/21
Projeto único da divisão La Maison Pur Sang preserva a silhueta do Veyron, adota pneus em dimensões do Chiron e usa cor, couro e acabamento relojoeiro para registrar uma nova fase do hipercarro.
A Bugatti apresentou em 20 de agosto de 2026 o La Maison Pur Sang Veyron 20 Years, projeto único revelado durante a Monterey Car Week, na Califórnia. Trata-se de um Veyron restaurado e reconfigurado com seu proprietário, não de uma nova unidade de produção. A entrega foi celebrada na Maison Bugatti, em Pebble Beach.
O projeto combina duas cores que não existiam no catálogo do Veyron: Rouge Rembrandt, desenvolvida para o Tourbillon, e Petrol Blue, ligada ao Chiron. A cabine passa a usar couro Magnolia, costura Mocassin e um console com acabamento Côte de Genève. Nas rodas, o desenho Machiavelli foi ampliado para 20 polegadas na frente e 21 atrás, permitindo pneus em dimensões do Chiron.
Chassi, ano-modelo, configuração original, duração, preço e escopo dos serviços mecânicos não foram divulgados. A Bugatti também não publicou nova medição de potência ou desempenho. Essa ausência é importante: o trabalho confirma uma restauração de fábrica profundamente personalizada, mas não autoriza tratar o exemplar como versão mecanicamente mais forte que o Veyron de origem.
Veyron 20 Years em quatro sinais
A exclusividade está no método, não só na combinação de cores
Natureza
1/1
Restauração e reconfiguração feitas com o proprietário; não se trata de uma nova série do Veyron.
Rodas
20 / 21
Machiavelli reinterpretada na dianteira e traseira para aceitar pneus em dimensões do Chiron.
Paleta
3 gerações
O Veyron recebe Rouge Rembrandt, do Tourbillon, e Petrol Blue, associado ao Chiron.
Programa
desde 2020
La Maison Pur Sang nasceu na Rétromobile para autenticar, preservar, restaurar e reconfigurar Bugatti históricos.
La Maison Pur Sang restaura, autentica e também reinterpreta
A Bugatti lançou a La Maison Pur Sang na Rétromobile de 2020. O programa reúne autenticação, inspeção, restauração, reconfiguração e recertificação de carros históricos, operando a partir da sede da marca em Molsheim. Documentos, registros, fotografias e números de componentes sustentam a pesquisa de procedência; técnicos especializados inspecionam o automóvel e registram seus detalhes.
No Veyron 20 Years, essa lógica avança além de devolver o carro à especificação de nascimento. O comunicado fala em preservar, restaurar, refinar e, quando desejado, reimaginar. A configuração nasce em colaboração com o proprietário e usa materiais desenvolvidos para o projeto. Portanto, autenticidade aqui não significa congelar o automóvel em 2005; significa manter sua identidade legível e documentar cada escolha contemporânea sob responsabilidade da própria fabricante.
Essa distinção separa o projeto de uma simples reforma estética. O programa combina acesso ao arquivo, conhecimento de construção, execução em Molsheim e recertificação. No universo de colecionismo, procedência e autoria passam a fazer parte da intervenção, em vez de aparecerem apenas como certificado posterior.
Rouge Rembrandt e Petrol Blue ligam três gerações
A pintura constrói uma linha do tempo. Rouge Rembrandt traz ao Veyron uma cor recém-desenvolvida para o Tourbillon; Petrol Blue recorre a uma tonalidade identificada com o Chiron. Em vez de copiar uma edição histórica, a combinação situa o primeiro hipercarro moderno da marca entre seu sucessor W16 e a nova geração V16 híbrida.
O resultado preserva as proporções originais: cabine avançada, arco lateral, ferradura central, para-lamas arredondados e cauda compacta permanecem. A atualização mais discreta está nas tomadas de ar, que recebem elementos de malha tridimensional na frente, nas laterais e na traseira. São mudanças visíveis de perto, sem substituir a carroceria por uma interpretação retroativa.
Carroceria e proporção
Cinco ângulos mostram o que foi renovado e o que permaneceu
Do perfil à vista frontal, os enquadramentos revelam arco lateral, ferradura, aerofólio e o encontro das duas cores sobre a carroceria original.
O perfil preserva a linha de teto e o arco que contorna a tomada lateral; rodas maiores e a combinação cromática atualizam a proporção sem redesenhar a carroceria.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
Com o aerofólio elevado, o ângulo traseiro mostra como Petrol Blue domina os volumes mecânicos enquanto Rouge Rembrandt marca portas, espelhos e para-lamas dianteiros.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
A vista posterior reúne aerofólio ativo, lanternas circulares, saída central e identificação La Maison Pur Sang, mantendo legível a arquitetura do Veyron original.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
De frente, a divisão entre azul e vermelho enquadra a ferradura central e preserva a expressão do Veyron; as rodas ampliadas acrescentam presença sem alterar o desenho básico.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
A distância evidencia a intenção do projeto: renovar materiais e postura, mantendo intacta a silhueta que tornou o Veyron reconhecível desde 2005.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
Rodas Machiavelli crescem para receber pneus em dimensões do Chiron
A mudança funcional mais explícita está nas rodas. A Bugatti reinterpretou o desenho Machiavelli em 20 polegadas no eixo dianteiro e 21 no traseiro. Segundo a marca, o novo conceito permite instalar pneus nas dimensões adotadas pelo Chiron e dá ao Veyron uma postura mais contemporânea.
O comunicado não informa largura, perfil, fabricante dos pneus, massa das rodas, alteração de offset, geometria, suspensão ou calibração eletrônica. Também não declara ganho de aderência ou frenagem. O ponto confirmado é compatibilidade dimensional desenvolvida pela fábrica; efeitos dinâmicos permanecem fora da documentação publicada.
O W16 aparece, mas a restauração não ganhou uma nova ficha de potência
A imagem do cofre expõe as marcações 16.4 do W16. Para contextualizar a engenharia original, a Bugatti registra que o Veyron 16.4 de lançamento usava motor de 8,0 litros, quatro turbos e dez radiadores, com 1.001 PS a 6.000 rpm e 1.250 Nm entre 2.200 e 5.000 rpm. O conjunto trabalhava com câmbio de dupla embreagem de sete marchas e tração integral.
A ficha histórica inclui 0 a 100 km/h em 2,5 segundos, 0 a 200 km/h em 7,3 segundos e velocidade máxima oficial de 407 km/h. Esses números descrevem a especificação oficial de fábrica do Veyron 16.4 original. A Bugatti não identifica no novo comunicado a configuração mecânica exata deste chassi nem publica ensaio depois da restauração; por isso, nenhum ganho ou equivalência adicional foi atribuído ao carro.
O mesmo cuidado vale para aerodinâmica. O Veyron original combina flaps dianteiros, asa e spoiler traseiros, além de usar a asa como freio aerodinâmico. A fabricante informa movimento até 113 graus em 0,4 segundo e até 300 kg de carga traseira em frenagem. As fotos mostram a asa elevada, mas não comprovam inspeção funcional ou calibração deste exemplar.
Engenharia visível
W16, entradas de ar e rodas formam o núcleo técnico documentado
O cofre, as tomadas e os dois eixos expõem elementos verificáveis do projeto; medições próprias desta restauração continuam sem divulgação.
O W16 16.4 permanece como centro visual do conjunto. O comunicado desta restauração não informa potência, torque, serviços mecânicos executados ou nova medição de desempenho.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
A nova trama tridimensional dá leitura mais técnica às entradas de ar. A Bugatti aplica o recurso nas tomadas dianteiras, laterais e traseiras do projeto.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
A releitura da roda Machiavelli chega a 21 polegadas no eixo traseiro. O novo conceito permite pneus em dimensões usadas pelo Chiron, mas a medida exata não foi publicada.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
A roda Machiavelli reinterpretada mede 20 polegadas na frente; o enquadramento também revela o contraste entre Rouge Rembrandt, Petrol Blue e as novas malhas escuras.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
A ferradura cromada continua como centro da face, cercada pelas novas tramas tridimensionais e pelo encontro preciso entre Petrol Blue e Rouge Rembrandt.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
Magnolia e Mocassin reorganizam a experiência tátil
A cabine evita modernização baseada em telas. Instrumentos analógicos, volante circular, seletor metálico e console vertical continuam reconhecíveis. A atualização vem do couro Magnolia, que clareia todo o ambiente, e da costura Mocassin, aplicada manualmente no volante e no seletor de marchas.
Os encostos exibem a assinatura de Pierre Veyron, enquanto um emblema 20 Years of Veyron fica entre os bancos. O uso de linha contrastante aproxima interior e Rouge Rembrandt sem transformar a cabine em repetição literal da carroceria. É uma forma de personalização que trabalha por escala: grandes superfícies claras, pequenos pontos de cor e metal preservado.
Côte de Genève transforma o console em peça de ofício
A intervenção mais rara está no console. O Côte de Genève é um motivo visual tradicionalmente associado à decoração de movimentos de relógios. A Bugatti aplicou o padrão a uma peça automotiva ampla, curva e tridimensional, desafio diferente de reproduzi-lo numa superfície pequena e plana.
A escala e a geometria tridimensional tornam a aplicação tecnicamente relevante, segundo a fabricante. O padrão acompanha a luz sobre o console e permanece no campo de visão dos ocupantes; sua presença altera uma superfície central da cabine, não apenas uma inscrição comemorativa.
Cabine em seis aproximações
Couro, metal e costura contam a restauração pelo toque
Plano geral e detalhes revelam como Magnolia, Mocassin e Côte de Genève foram distribuídos sem apagar comandos e instrumentos originais.
Volante circular, instrumentos analógicos e console vertical permanecem reconhecíveis; o couro Magnolia muda a luminosidade da cabine sem introduzir telas contemporâneas.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
O padrão Côte de Genève percorre o grande console tridimensional; a Bugatti transportou para o Veyron uma linguagem decorativa ligada à alta relojoaria.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
Couro Magnolia envolve o banco e deixa a assinatura de Pierre Veyron em baixo-relevo; costura contrastante liga o detalhe histórico à paleta exterior.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
O seletor conserva o desenho metálico do Veyron e recebe couro Magnolia com costura Mocassin, uma atualização tátil concentrada no comando mais exposto do console.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
A costura Mocassin percorre manualmente o couro Magnolia do volante. O contraste avermelhado faz a cabine conversar com Rouge Rembrandt sem repetir a cor em grandes áreas.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
No assento, a costura contrastante funciona como acabamento estrutural da tapeçaria: linha, espaçamento e tensão ficam expostos contra o couro claro.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
Configurador abre o processo, mas não transforma restauração em catálogo
Durante a apresentação em Pebble Beach, a Bugatti lançou um configurador dedicado ao Veyron. A ferramenta disponibiliza recursos selecionados e ajuda proprietários a visualizar novas combinações. Amostras físicas de couro, fibra de carbono e pintura complementam a tela ao revelar textura, brilho e contraste diante dos materiais reais do carro.
A marca não divulgou tabela de opções, preço, prazo ou grau de intervenção disponível para cada chassi. O processo continua individual. Para alguns proprietários, La Maison Pur Sang pode significar manutenção, certificação e retorno rigoroso ao estado original; para outros, uma reconfiguração expressiva como esta, sempre ancorada na história e no conhecimento técnico da fábrica.
O Veyron 20 Years foi apresentado a convidados e entregue durante a Monterey Car Week. Isso confirma um exemplar concluído e entregue ao proprietário. Não há anúncio de venda pública, série comemorativa ou programa comercial para o Brasil.
Da escolha à entrega
Materiais físicos, configuração digital e apresentação privada
Amostras, configurador e apresentação mostram como escolhas digitais e materiais chegaram ao carro concluído e entregue durante a semana de Monterey.
Amostras físicas mostram o processo colaborativo de configuração: pintura, couro e superfícies são avaliados em conjunto antes de formar a especificação do proprietário.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
O configurador organiza possibilidades visuais, enquanto amostras reais de couro, pintura e fibra de carbono permitem conferir textura, brilho e contraste fora da tela.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
Durante os eventos na Maison Bugatti, o enquadramento reúne teto, entradas superiores, cabine Magnolia e divisão de cores; convidados também celebraram a entrega do carro ao proprietário.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
A placa La Maison Pur Sang identifica a origem do trabalho. A Bugatti descreve este Veyron como projeto concluído e registra a celebração da entrega durante a semana de Monterey.
Imagem: Bugatti Automobiles S.A.S. / Divulgação
Quadro factual
Projeto 1/1 e matriz técnica do Veyron 16.4
Dados do projeto 1/1 ficam separados da ficha histórica do Veyron 16.4. Campos ausentes permanecem identificados, sem transferência automática de especificações.
Identidade e apresentação
01Nome do projeto
La Maison Pur Sang Veyron 20 Years
Natureza
Restauração e reconfiguração de exemplar único
Produção adicional
Não anunciada
Apresentação
Monterey Car Week 2026, Califórnia
Entrega
Celebrada na Maison Bugatti durante a semana de Monterey
Proprietário
Identidade não divulgada
Mercado
Projeto privado; sem oferta pública ou anúncio para o Brasil
La Maison Pur Sang
02Lançamento do programa
Rétromobile Paris, fevereiro de 2020
Base operacional
Sede da Bugatti em Molsheim, França
Escopo institucional
Autenticação, certificação, preservação e restauração
Reconfiguração
Disponível conforme visão e pedido do proprietário
Método
Pesquisa histórica, inspeção técnica e trabalho artesanal
Configuração digital
Novo configurador Veyron lançado em Pebble Beach
Recursos disponíveis
Seleção parcial; escopo definido individualmente
Carroceria e cores
03Cor principal 1
Rouge Rembrandt, desenvolvida para o Tourbillon
Cor principal 2
Petrol Blue, associada ao Chiron
Cores no Veyron
Seleção inédita para o modelo, segundo a Bugatti
Silhueta
Proporções e presença originais preservadas
Arco lateral
Mantido como assinatura visual
Grade
Ferradura central preservada
Tomadas de ar
Novas tramas tridimensionais
Aplicação das tramas
Frente, laterais e traseira
Rodas, pneus e postura
04Desenho
Machiavelli reinterpretado
Rodas dianteiras
20 polegadas
Rodas traseiras
21 polegadas
Referência dimensional
Pneus em dimensões do Chiron
Medidas dos pneus
Não divulgadas
Marca e modelo dos pneus
Não divulgados
Alterações de suspensão
Não detalhadas
Geometria e calibração
Não detalhadas
Cabine e artesanato
05Cor do couro
Magnolia
Volante
Couro Magnolia com costura Mocassin
Seletor de marchas
Couro Magnolia com costura Mocassin
Bancos
Revestimento Magnolia
Assinatura nos encostos
Pierre Veyron
Emblema
20 Years of Veyron entre os bancos
Console central
Acabamento Côte de Genève
Referência artesanal
Decoração inspirada em mecanismos de alta relojoaria
Dados próprios não divulgados
06Ano-modelo do exemplar
Não divulgado
Chassi ou VIN
Não divulgado
Configuração original
Não divulgada
Duração da restauração
Não divulgada
Serviços no motor e câmbio
Não detalhados
Freios e suspensão
Intervenções não detalhadas
Potência e torque medidos
Não publicados para o projeto
Preço do trabalho
Não divulgado
Veyron 16.4 original, trem de força
07Escopo dos números
Ficha histórica da versão original, não nova medição do 1/1
Motor
W16 de 8,0 litros
Alimentação
Quatro turbocompressores
Arrefecimento
Dez radiadores
Potência
1.001 PS a 6.000 rpm
Torque
1.250 Nm entre 2.200 e 5.000 rpm
Câmbio
Dupla embreagem de 7 marchas
Lubrificação
Cárter seco no motor e na transmissão
Posição do câmbio
Longitudinal, à frente do W16
Tração
Integral
Diferencial traseiro
Bloqueio multidisco transversal
Estrutura
Monocoque de carbono e chassi de alumínio
Freios
Conjunto carbono-cerâmico
Veyron 16.4 original, dinâmica
08Escopo dos números
Veyron 16.4 original em especificação oficial
0 a 100 km/h
2,5 segundos
0 a 200 km/h
7,3 segundos
Velocidade máxima oficial
407 km/h
Modo de velocidade
Ativado por Speed Key
Altura nesse modo
65 mm na frente e 70 mm atrás
Aerodinâmica ativa
Flaps dianteiros, asa e spoiler traseiros
Função de freio aerodinâmico
Asa chega a 113° em 0,4 segundo
Carga traseira sob frenagem
Até 300 kg declarados pela Bugatti
Desenvolvimento dos pneus
Solução específica criada ao longo de 5 anos
Programa de validação
11 protótipos e centenas de milhares de quilômetros
Teste do Veyron 20 Years
Nenhum resultado próprio publicado
Opinião AutoHub
A restauração mais radical é conceitual: autenticidade deixa de significar imobilidade
Tese AutoHub: este 1/1 propõe uma originalidade evolutiva. O carro pode mudar sem romper sua identidade quando forma e autoria permanecem legíveis, os limites da informação ficam explícitos e cada escolha contemporânea ganha procedência verificável.
Design e legado
Originalidade não precisa ser imobilidade
Rouge Rembrandt e Petrol Blue não tentam fazer o Veyron parecer Tourbillon ou Chiron. Como forma, arco lateral e ferradura permanecem legíveis, as cores funcionam como datação da intervenção: mostram quando a segunda configuração nasceu sem falsificar a primeira.
Engenharia e uso
A roda é a fronteira da tese
Levar a Machiavelli a 20 e 21 polegadas ultrapassa decoração, porque muda o envelope de pneu. A Bugatti confirma compatibilidade dimensional, mas não reivindica ganho dinâmico nem publica massa e calibração. A credibilidade está justamente em não preencher essa lacuna com desempenho presumido.
Mercado e colecionismo
A procedência entra no próprio design
Configuração conjunta, execução em Molsheim e registro institucional formam uma cadeia de autoria. Para um futuro custodiante, isso permite separar evolução documentada de modificação arbitrária. A exclusividade mais difícil de copiar não está na cor, mas na memória verificável de como ela chegou ao carro.
Perguntas frequentes
O que é o Bugatti La Maison Pur Sang Veyron 20 Years?+
É um Veyron existente restaurado e reconfigurado pela divisão La Maison Pur Sang em colaboração com seu proprietário. A Bugatti o apresenta como projeto único, não como nova série de produção.
Quais cores foram usadas no Veyron 20 Years?+
A carroceria combina Rouge Rembrandt, desenvolvida para o Tourbillon, e Petrol Blue, associada ao Chiron. A cabine usa couro Magnolia; a costura Mocassin aparece no volante e no seletor de marchas.
Qual é o tamanho das rodas do Veyron restaurado?+
A releitura das rodas Machiavelli mede 20 polegadas na frente e 21 atrás. A Bugatti informa que elas permitem pneus em dimensões do Chiron, mas não publica as medidas exatas.
O que é o acabamento Côte de Genève do console?+
É um padrão decorativo ligado à alta relojoaria. A Bugatti adaptou esse motivo a uma superfície automotiva grande e tridimensional no console central do Veyron.
O Veyron 20 Years tem mais potência?+
A Bugatti não anunciou aumento de potência, torque ou nova medição de desempenho para este exemplar. Os 1.001 PS e 407 km/h citados na matéria pertencem à ficha histórica do Veyron 16.4 original.
Quanto custou a restauração do Bugatti Veyron?+
O valor não foi divulgado. Identidade do proprietário, chassi, duração do trabalho e configuração original do carro também não constam no comunicado.
Outros proprietários podem reconfigurar um Veyron pela fábrica?+
Sim. La Maison Pur Sang atende proprietários com manutenção, autenticação, restauração e reconfiguração. A Bugatti também lançou um configurador com recursos selecionados; cada projeto depende de avaliação individual.
Fontes Consultadas
Projeto, imagens, programa de restauração e ficha histórica foram conferidos exclusivamente em documentação primária publicada pela Bugatti.
Bugatti Newsroom: apresentação do Veyron 20 Years
Comunicado de 20 de agosto de 2026 usado para confirmar natureza 1/1, cores, rodas, pneus em dimensões do Chiron, tramas tridimensionais, cabine Magnolia, costura Mocassin, acabamento Côte de Genève e configurador.
https://newsroom.bugatti.com/en/press-releases/la-maison-pur-sang-one-of-one-restored-veyronBugatti Newsroom: PDF integral do comunicado
Versão integral em PDF usada para conferir redação, contexto e declarações dos responsáveis por design, pós-venda e certificação.
https://newsroom.bugatti.com/api/en/press-releases/pdf/la-maison-pur-sang-one-of-one-restored-veyronBugatti Newsroom: programa na Monterey Car Week
Fonte do contexto de apresentação e entrega na Maison Bugatti, além do lançamento do configurador Veyron durante a programação de Monterey em agosto de 2026.
https://newsroom.bugatti.com/en/press-releases/bugatti-at-monterey-car-weekBugatti Newsroom: engenharia do Veyron original
Fonte primária para W16 8,0, quatro turbos, potência, torque, câmbio, tração integral, estrutura, aerodinâmica ativa e velocidade máxima histórica; esses dados não foram tratados como nova medição do exemplar restaurado.
https://newsroom.bugatti.com/en/press-releases/the-engineering-genius-behind-the-bugatti-veyronBugatti Newsroom: ficha histórica e desempenho do Veyron
Comunicado institucional usado para confirmar 1.001 PS, 1.250 Nm, aceleração de 0 a 100 e 0 a 200 km/h e velocidade máxima de 407 km/h na configuração original do Veyron 16.4.
https://newsroom.bugatti.com/en/press-releases/bugatti-veyron-legends-the-modern-day-hyper-sports-carBugatti Newsroom: criação da La Maison Pur Sang
Comunicado de lançamento do programa na Rétromobile 2020, usado para verificar origem, método de autenticação, inspeção, restauração, reconfiguração e recertificação de Veyron pela fábrica.
https://newsroom.bugatti.com/en/press-releases/retromobile-2020-bugatti-presents-la-maison-pur-sang