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Lançamentos|Por Redação AutoHub|Publicado em

Aston Martin Valen estreia com V12 de 850 PS e produção limitada a 150 carros

Criado pela Q by Aston Martin e executado pela nova divisão SVO, o cupê une carroceria integral de fibra de carbono, redução de massa, chassi recalibrado e um V12 dianteiro-central com entrega inicial prevista para 2027.

A imagem de abertura aproxima roda dianteira, freio de carbono-cerâmica, entrada de ar lateral e a transição da pintura Andromeda Red para as áreas escuras da carroceria. Imagem: Aston Martin / Divulgação

Potência máxima

850 PS

V12 5.2 biturbo em sua calibração mais forte na marca.

Torque máximo

1.000 Nm

Disponíveis a partir de 2.500 rpm, segundo a Aston Martin.

Produção global

150

Série limitada criada pela Q by Aston Martin.

Primeiras entregas

Q2 2027

Cronograma global; Brasil ainda não confirmado.

Apresentado oficialmente em 14 de agosto de 2026, em Monterey, Califórnia, o Aston Martin Valen é um supercarro global de produção limitada, não um conceito. A marca confirmou 150 unidades e primeiras entregas no segundo trimestre de 2027, mas ainda não publicou preço, divisão por mercados ou disponibilidade no Brasil.

A Aston Martin o descreve como o carro de produção com motor dianteiro mais potente do mundo e como o V12 dianteiro mais forte de seus 113 anos. Essa é uma alegação da própria fabricante. O dado objetivo por trás dela é um V12 5.2 biturbo com 850 PS e 1.000 Nm, acompanhado por uma carroceria integral de fibra de carbono e por até 110 kg de redução de massa frente à plataforma V12 regular usada como comparação.

Valen nasce no Q by Aston Martin e ganha uma missão extrema

O projeto pertence à sequência de séries especiais da Q by Aston Martin, área que já produziu Valour, Valiant e DBR22. A execução ficou a cargo da nova divisão Special Vehicle Operations, ou SVO. O nome vem do latim valens, associado a força e poder, e mantém a tradição de modelos iniciados pela letra V.

A base estrutural combina alumínio extrudado e colado com painéis externos de carbono. O motor fica em posição dianteira-central, a tração é traseira e a cabine leva duas pessoas. A receita preserva a arquitetura clássica dos grandes GTs da marca, mas desloca potência, massa, direção e aerodinâmica para um comportamento mais próximo ao de um supercarro de pista.

Carbono integral e proporções que deixam o V12 à mostra

A dianteira abandona a delicadeza tradicional por faróis estreitos e profundamente recuados, uma grade de malha geométrica e um splitter de ângulos agudos. A abertura no capô alivia calor, enquanto a saída integrada à lateral retira ar da caixa de roda e o conduz ao longo dos flancos. Na parte baixa, geradores de vórtice serrilhados usam o fluxo sob o carro para reduzir sustentação e criar carga.

Atrás, vidro fixo e tampa convencional cedem lugar a uma peça sólida que abre para um porta-malas de 170 litros. Sua borda superior funciona como Gurney, solução destinada a gerar apoio sem recorrer a uma asa alta. Abaixo da faixa luminosa, um painel perfurado extrai calor da região dos escapes e encontra um difusor ascendente.

O carro de apresentação usa Satin Andromeda Red, tinta Q Ultra com pigmentos Chromaflair capazes de alternar vermelho, cobre, dourado e reflexos azulados conforme a luz. Também haverá carroceria de carbono exposto, com trama em espinha alinhada pelo centro e possibilidade de tingimento em acabamento fosco ou brilhante.

Carroceria e aerodinâmica

O desenho troca ornamento por passagem de ar

Perfil, frente e traseira aparecem em escalas diferentes para mostrar como carbono, refrigeração, extração de calor e carga aerodinâmica foram incorporados à forma.

O perfil revela a arquitetura de motor dianteiro-central e tração traseira. A apresentação usa pintura Satin Andromeda Red criada pela divisão Q.Imagem: Aston Martin / Divulgação
A vista em três quartos mostra capô longo, cabine recuada e dianteira baixa. A carroceria integral de fibra de carbono cobre uma estrutura de alumínio colado, combinação usada para conter massa sem abandonar as proporções de um V12 dianteiro-central. Do splitter aos ombros traseiros, os volumes ficam mais largos sobre os eixos e estreitos ao redor da cabine. A pintura Satin Andromeda Red reforça essa leitura ao mudar de tom conforme a luz.Imagem: Aston Martin / Divulgação
Faróis estreitos e profundamente recuados ficam protegidos sob a borda do capô, enquanto a grade geométrica concentra a identidade da dianteira. Nas extremidades, canais verticais enquadram grandes passagens de ar e conduzem o olhar até o splitter angular. A composição separa três funções sem ruído visual: iluminação no plano superior, refrigeração ao centro e trabalho aerodinâmico junto ao solo. É a lógica técnica do Valen transformada em expressão.Imagem: Aston Martin / Divulgação
O ângulo elevado deixa visíveis a abertura central do capô, os para-lamas marcados e os recortes que organizam refrigeração e controle do fluxo. A linha central conduz o olhar até a cabine recuada e reforça visualmente a arquitetura de motor dianteiro-central. Também fica clara a diferença entre a superfície superior, mais limpa, e as extremidades da dianteira, onde splitter, canais e saídas de ar assumem papel funcional.Imagem: Aston Martin / Divulgação
A lateral desemboca em para-lamas traseiros largos, janela de quarto exclusiva e uma cauda alta que integra função aerodinâmica ao volume do cupê. Neste ângulo, teto e cabine afunilam antes de encontrar os ombros sobre o eixo traseiro. A transição para carbono exposto perto do piso conduz o olhar até faixa luminosa, difusor e quatro saídas de escape.Imagem: Aston Martin / Divulgação
A visão superior mostra a tampa traseira sólida, sem vidro fixo, e a borda elevada que atua como Gurney para gerar carga com pouco arrasto adicional. O enquadramento explica como o teto estreito encontra volumes traseiros mais largos e como a faixa de luz fica abrigada sob a borda aerodinâmica. A solução preserva acesso ao porta-malas de 170 litros.Imagem: Aston Martin / Divulgação
Faixa luminosa, painel perfurado, difusor ascendente e quatro saídas de titânio organizam uma traseira dedicada a extrair calor e controlar o ar. A tampa sólida termina numa borda Gurney, dispensando uma asa elevada. Logo abaixo, a área perfurada atende à ventilação do conjunto de escape; mais perto do piso, o difusor amplia a passagem do fluxo. Nesta vista direta, a cauda reúne iluminação, acústica e aerodinâmica numa única arquitetura.Imagem: Aston Martin / Divulgação
Capô ventilado, assinatura luminosa horizontal e splitter de grandes dimensões formam a face mais agressiva já aplicada pela marca a um V12 dianteiro. Vista de cima, a dianteira revela melhor sua organização em camadas: volumes centrais limpos, faróis recuados sob a borda do capô e canais profundos nas extremidades. O contraste explica como o projeto preserva identidade Aston Martin enquanto amplia refrigeração e controle aerodinâmico.Imagem: Aston Martin / Divulgação
O ângulo traseiro evidencia bitola, rodas de magnésio de 21 polegadas, difusor e faixa de luz sob a borda aerodinâmica da cauda. A perspectiva também mostra quanto a cabine se estreita diante dos para-lamas traseiros e como a tampa sólida substitui o vidro convencional. Entre painel perfurado e quatro escapes, as áreas abertas para extração de calor ficam visualmente separadas da superfície pintada.Imagem: Aston Martin / Divulgação

V12 de 5,2 litros chega a 850 PS, mas 0 a 100 ainda está em aberto

O V12 de 48 válvulas entrega 1.000 Nm a partir de 2.500 rpm. Um câmbio automático ZF de oito marchas recebe calibração específica e estratégias de troca derivadas do programa Vantage GT4. A transmissão se liga ao motor por tubo de torque de alumínio e eixo de carbono, terminando em diferencial eletrônico no eixo traseiro.

A marca declara 3,0 segundos de 0 a 60 mph, velocidade equivalente a cerca de 96 km/h, e máxima limitada a 214 mph, ou 345 km/h. A distinção importa: a página técnica oficial ainda mantém o tempo de 0 a 100 km/h como dado a confirmar. Portanto, 3,0 segundos não deve ser republicado como aceleração até 100 km/h.

Sport, Sport+ e Track alteram transmissão, acelerador e controles dinâmicos. Nos dois modos de estrada, o pedal usa mapa mais curto para abrir mais cedo. Em Track, a resposta fica mais longa e progressiva para dar precisão perto do limite. A proposta não é apenas criar impacto no primeiro toque, mas oferecer modulação quando aderência e equilíbrio passam a decidir a volta.

Menos massa sem inventar um peso final

A Aston Martin anuncia redução de até 110 kg em comparação com sua plataforma V12 regular, obtida por carbono, alumínio, titânio e magnésio. O pacote leve opcional responde por 16,9 kg desse total ao usar braços de suspensão e mangas de eixo usinados em alumínio maciço, além de parafusos de chassi em titânio.

Esse número não informa a massa final do Valen. Na página de especificações, o peso europeu sem carga permanece como TBC, ainda a confirmar. A leitura correta é comparar a economia declarada dentro da base escolhida pela fabricante, sem converter o dado em peso de ordem de marcha que não foi publicado.

Chassi combina estrada longa, pneus conectados e freios de carbono

A suspensão usa duplo braço triangular na frente e multilink atrás, com molas específicas, molas auxiliares, amortecedores semiativos Bilstein DTX e subchassi traseiro fixado diretamente. Alterações de cambagem, direção, controle de estabilidade e rigidez lateral procuram reduzir rolagem e mergulho sem retirar a complacência necessária para viagens.

Rodas forjadas de magnésio de 21 polegadas são de série. Os pneus Pirelli P Zero R medem 275/35 ZR21 na frente e 325/30 ZR21 atrás; a marca também cita P Zero Winter 2 específicos. A tecnologia Cyber Tyre envia dados em tempo real aos controles do carro para que ESP, ABS e tração ajustem seus limites conforme a condição medida.

Os freios de carbono-cerâmica usam discos dianteiros de 410 mm com pinças monobloco de seis pistões e discos traseiros de 360 mm com quatro pistões. O servo foi calibrado para manter pedal firme e facilitar modulação em alta e baixa velocidade, ponto relevante num carro que precisa funcionar em estrada e circuito.

Engenharia visível

Magnésio, carbono e titânio aparecem onde cumprem função

Rodas, freios, geradores de vórtice, Gurney e escapes aproximam o leitor das soluções que sustentam redução de massa, controle do ar e resposta do chassi.

A traseira em close mostra roda de magnésio, pneu Pirelli específico, saída lateral de ar e o início do difusor sob a carroceria. O P Zero R traseiro mede 325/30 ZR21 e trabalha com a tecnologia Cyber Tyre, que envia dados aos controles eletrônicos do carro. Atrás da roda, o disco de carbono-cerâmica de 360 mm usa pinça de quatro pistões. A imagem reúne contato com o solo, controle térmico e tratamento do fluxo numa área normalmente escondida pela vista geral. A transição da pintura para fibra de carbono exposta deixa cada função fácil de identificar.Imagem: Aston Martin / Divulgação
Geradores de vórtice serrilhados na soleira extraem o fluxo de alta velocidade que passa sob o carro para reduzir sustentação e produzir carga aerodinâmica. O enquadramento aproxima a borda funcional e mostra como ela nasce da própria superfície de carbono, sem parecer uma peça decorativa acrescentada depois. A pintura termina antes da região mais exposta ao ar, deixando material, acabamento e função legíveis no mesmo detalhe.Imagem: Aston Martin / Divulgação
O enquadramento superior da cauda mostra tampa sólida, grandes volumes sobre as rodas e a relação entre faixa luminosa, saída de calor e difusor.Imagem: Aston Martin / Divulgação
O detalhe frontal aproxima emblema, borda do capô e splitter. As superfícies são deliberadamente limpas na parte alta, onde pintura e carbono formam volumes contínuos, e ganham recortes mais técnicos junto ao solo. Essa transição deixa clara a hierarquia do desenho: identidade da marca no plano superior, refrigeração e controle do fluxo nas camadas inferiores, sem transformar cada solução funcional em adereço separado. O enquadramento também mostra como o splitter avança além da borda pintada do capô.Imagem: Aston Martin / Divulgação
O farol fica profundamente recuado sob o capô. Abaixo dele, canais verticais dão expressão à dianteira e atendem às necessidades aerodinâmicas. O enquadramento revela a diferença de escala entre o módulo luminoso estreito e as grandes passagens de ar ao redor. Sombra e espaço negativo criam profundidade sem alargar o farol, enquanto as aberturas funcionais ocupam mais área que qualquer elemento meramente decorativo.Imagem: Aston Martin / Divulgação
A borda elevada da tampa traseira substitui uma asa convencional. A Aston Martin a descreve como solução para gerar carga com impacto limitado no arrasto. Vista de perto, a peça mostra como o Gurney nasce da própria tampa sólida, que se abre para um porta-malas de 170 litros apesar da ausência de vidro traseiro fixo. A faixa luminosa fica logo abaixo; em seguida, o painel perfurado extrai calor da região dos escapes. O detalhe reúne aerodinâmica, gestão térmica, iluminação e acesso à bagagem numa única superfície.Imagem: Aston Martin / Divulgação
A roda forjada de magnésio de 21 polegadas expõe pinça monobloco de seis pistões e disco dianteiro de carbono-cerâmica com 410 mm. O pneu Pirelli P Zero R dianteiro mede 275/35 ZR21 e integra a tecnologia Cyber Tyre usada pelos controles do carro. No mesmo close, aparecem três prioridades do chassi: reduzir massa não suspensa, administrar temperatura nas frenagens e oferecer informação consistente para ABS, tração e estabilidade.Imagem: Aston Martin / Divulgação
Ponteiras de titânio impressas em 3D ficam cercadas por uma superfície perfurada que ajuda a extrair calor da traseira. As saídas superiores permanecem abertas; as inferiores usam válvulas e entram em ação conforme o modo de condução. Microabafadores auxiliam a homologação, enquanto a calibração reduz frequências graves e destaca tons mais altos à medida que o V12 ganha giro. O detalhe reúne leveza, gestão térmica e assinatura sonora.Imagem: Aston Martin / Divulgação
A vista zenital mostra teto escuro, capô ventilado e afunilamento central da carroceria, com volumes mais largos nos dois eixos. A linha central alinha abertura dianteira, teto e tampa traseira sólida, enquanto a pintura vermelha contorna os ombros. De cima, fica evidente como a cabine estreita libera espaço para pneus, refrigeração e superfícies aerodinâmicas sem romper a continuidade visual do cupê.Imagem: Aston Martin / Divulgação
O detalhe aproxima a saída funcional integrada à lateral e a pintura com mudança de tonalidade. O acabamento expõe como cor e carbono dividem a superfície.Imagem: Aston Martin / Divulgação

Escapamento de titânio trata som como parte da engenharia

O conjunto usa quatro ponteiras impressas em 3D. As duas superiores permanecem sempre abertas; as inferiores recebem válvulas e entram em ação conforme o modo de condução. Microabafadores ajudam o sistema a cumprir homologação sem eliminar a assinatura do V12.

A afinação reduz frequências mais baixas e destaca tons altos conforme o giro cresce. A Aston Martin compara as saídas superiores a tubos de órgão pela forma como geram ressonância. É uma decisão coerente com o restante do carro: material leve e desenho dramático servem a uma função mensurável antes de atuarem como espetáculo.

Cabine reduz ruído visual sem abandonar equipamento de uso real

O console central é mais estreito, inclinado para o motorista e construído com peças impressas em 3D. O conjunto de comandos deriva do Valhalla, enquanto a tela central de 10,25 polegadas fica mais reclinada para se integrar ao painel. Outro display de 10,25 polegadas concentra a instrumentação.

O comprador pode escolher novos bancos Sport Plus, destinados a conciliar apoio e conforto em distância, ou conchas de desempenho em fibra de carbono. Couro semi-anilina e Alcantara, acabamento integral em couro, cinco divisões de cor, nova costura e uma configuração focada no motorista ampliam a personalização oferecida pela Q.

Apple CarPlay, Android Auto com fio, carregamento sem fio e áudio Bowers & Wilkins de 1.170 watts e 15 alto-falantes mostram que a redução visual não significa cabine vazia. Câmera de 360 graus, controle de cruzeiro ativo, assistente de faixa, leitura de placas e Highway Assist também aparecem na especificação.

Cabine e materiais

Três imagens verticais comandam o mosaico interno

A primeira composição percorre toda a cabine; a dupla vertical aproxima banco e console sem recorte, preservando proporção e leitura dos materiais.

A cabine de apresentação combina couro claro, Alcantara escuro, detalhes alaranjados e nova padronagem de costura desenvolvida para o Valen.Imagem: Aston Martin / Divulgação
A imagem vertical valoriza a arquitetura completa da cabine: banco, volante, tela central reclinada e console estreito aparecem como um único eixo visual.Imagem: Aston Martin / Divulgação
Volante, painel digital de 10,25 polegadas e console inclinado formam um posto de condução orientado ao motorista sem eliminar equipamento de viagem.Imagem: Aston Martin / Divulgação
O console usa peças produzidas por impressão 3D, fibra de carbono exposta e comandos físicos concentrados abaixo da tela de 10,25 polegadas.Imagem: Aston Martin / Divulgação
O novo banco Sport Plus busca combinar suporte lateral e conforto de longa distância. Assentos de desempenho em fibra de carbono ficam disponíveis como alternativa.Imagem: Aston Martin / Divulgação
A tomada vertical destaca botão de partida, seletor manual, comandos de transmissão e acabamento perfurado, elementos reunidos numa área estreita e funcional.Imagem: Aston Martin / Divulgação

150 unidades, entregas em 2027 e nenhuma confirmação para o Brasil

A produção será estritamente limitada a 150 carros, com as primeiras entregas previstas para o segundo trimestre de 2027. A Aston Martin não detalhou preço, países prioritários, número de unidades por mercado ou condições de encomenda no anúncio.

Para um interessado brasileiro, o caminho seguro é verificar a rede oficial e exigir proposta com especificação, tributos, homologação, prazo e garantia. Conversão de preço estrangeiro, eventual vaga em outro país ou presença do modelo no configurador global não equivalem a lançamento confirmado no Brasil.

O AutoHub não realizou teste independente com o Valen. Desempenho, redução de massa, comportamento dinâmico e cronograma são declarações da Aston Martin; o tempo de 0 a 100 km/h, a massa final, o preço e a disponibilidade brasileira permanecem separados como dados ainda não divulgados.

Ficha técnica oficial

Aston Martin Valen

Especificações globais publicadas pela fabricante. Massa, 0 a 100 km/h, preço e Brasil continuam sem confirmação.

Identidade e mercado

01

Modelo

Aston Martin Valen

Programa

Q by Aston Martin e SVO

Carroceria

Cupê de 2 lugares em fibra de carbono

Estrutura

Alumínio extrudado e colado

Produção

150 unidades no mundo

Entregas iniciais

Segundo trimestre de 2027

Preço e Brasil

Não divulgados

Motor e transmissão

02

Motor

V12 5.2 biturbo, dianteiro-central

Potência máxima

850 PS

Torque máximo

1.000 Nm a partir de 2.500 rpm

Câmbio

ZF automático de 8 marchas

Tração

Traseira com diferencial eletrônico

0 a 60 mph

3,0 s, dado declarado pela fabricante

Velocidade máxima

345 km/h, limitada eletronicamente

Chassi e contato com o solo

03

Suspensão dianteira

Duplo braço triangular adaptativo

Suspensão traseira

Multilink e subchassi solidário

Amortecedores

Bilstein DTX semiativos

Rodas

Magnésio forjado de 21 polegadas

Pneus dianteiros

Pirelli P Zero R 275/35 ZR21

Pneus traseiros

Pirelli P Zero R 325/30 ZR21

Freios

Carbono-cerâmica, 410 mm / 360 mm

Massa final

Ainda não divulgada

Dimensões e uso

04

Comprimento

4.830 mm

Entre-eixos

2.885 mm

Largura com espelhos

2.120 mm

Altura

1.290 mm

Vão livre

120 mm, excluindo defletor

Tanque

82 litros

Porta-malas

170 litros

WLTP

Consumo e emissões em homologação

Opinião AutoHub

O Valen convence quando potência, forma e capacidade de viagem trabalham juntas

Engenharia

A redução de massa vale mais que um número de catálogo

Carbono, magnésio, titânio e alumínio trabalham junto com direção, amortecedores e subchassi. O projeto tenta fazer um grande V12 dianteiro responder como carro menor, não apenas acelerar mais em linha reta.

Design e uso

A cauda extrema ainda guarda bagagem

Tampa sólida, Gurney e quatro escapes dão impacto visual, mas o porta-malas de 170 litros, os bancos Sport Plus e os assistentes de condução preservam a ideia de viagem longa.

Mercado

Raridade não substitui transparência comercial

A série de 150 carros cria desejo imediato, porém preço, alocação regional e disponibilidade no Brasil continuam ausentes. Até esses dados surgirem, qualquer valor ou chegada local será especulação.

Perguntas frequentes

O que é o Aston Martin Valen?+

É um cupê V12 de dois lugares criado pela Q by Aston Martin e executado pela divisão SVO. Usa estrutura de alumínio, carroceria integral de fibra de carbono e terá 150 unidades.

Qual é a potência do Aston Martin Valen?+

O V12 5.2 biturbo entrega 850 PS e 1.000 Nm. A força vai às rodas traseiras por um câmbio ZF automático de oito marchas e diferencial eletrônico.

Quanto o Valen acelera de 0 a 100 km/h?+

Esse tempo ainda não foi divulgado. O comunicado declara 3,0 segundos de 0 a 60 mph, cerca de 96 km/h, enquanto a página técnica mantém o 0 a 100 km/h como dado a confirmar.

Quantos Aston Martin Valen serão produzidos?+

A produção global será limitada a 150 carros. As primeiras entregas estão programadas para o segundo trimestre de 2027.

O Aston Martin Valen tem preço ou venda confirmada no Brasil?+

Não. Até 17 de agosto de 2026, a Aston Martin não havia publicado preço nem confirmado alocação ou venda do Valen no mercado brasileiro.

O Valen é o carro de motor dianteiro mais potente do mundo?+

A Aston Martin o apresenta como o carro de produção com motor dianteiro mais potente do mundo e como seu V12 dianteiro mais potente. A alegação é posicionamento oficial da fabricante.

Fontes Consultadas

Lançamento, engenharia, dimensões, equipamentos e lacunas comerciais foram conferidos diretamente em materiais publicados pela Aston Martin.

Aston Martin Media: lançamento mundial do Valen

Comunicado de 14 de agosto de 2026 usado para contexto do lançamento, V12, torque, aceleração de 0 a 60 mph, redução de massa, chassi, escapamento, design, cabine, produção e primeiras entregas.

https://media.astonmartin.com/aston-martin-valen-the-most-powerful-front-engined-supercar/?lang=eng

Aston Martin: página técnica oficial do Valen

Fonte para carroceria, transmissão, rodas, freios, dimensões, porta-malas, equipamentos e lacunas ainda abertas, incluindo massa final e tempo de 0 a 100 km/h.

https://www.astonmartin.com/en/models/valen