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Carros elétricos usados em 2026: 5 modelos para avaliar até R$ 120 mil

Kwid E-Tech, E-JS1, iCar, Dolphin Mini e Dolphin aparecem abaixo desse orçamento. Quilometragem, garantia, segurança e acesso à recarga precisam acompanhar a comparação de preços.

Representação artística do Dolphin Mini em estúdio fictício. A ilustração não retrata uma unidade anunciada.Ilustração gerada por inteligência artificial para o AutoHub. Representação artística.

No Brasil, anúncios consultados pelo AutoHub na Webmotors em 24 de outubro de 2026 mostram cinco modelos elétricos usados abaixo de R$ 120 mil. Há opções urbanas como Renault Kwid E-Tech, JAC E-JS1 e CAOA Chery iCar, além de BYD Dolphin Mini e Dolphin. Os valores pedidos começam em patamares muito diferentes daqueles dos primeiros anos de oferta, mas o desconto exige uma avaliação que vá além da carroceria e do hodômetro.

Um carro com bateria em boas condições e recarga compatível com a rotina pode ser uma escolha interessante. Já uma unidade barata, sem diagnóstico ou com dificuldade de reparo, pode consumir a economia inicial. O objetivo desta seleção é orientar a busca e mostrar o que investigar em cada caso, sem tratar anúncio como garantia de bom negócio.

O que os 46,90% de desvalorização realmente medem

O relatório IBV Auto de setembro de 2026, publicado pelo banco BV em 6 de outubro, registra desvalorização acumulada de 46,90% para os modelos elétricos lançados em 2023 acompanhados pelo indicador. No mesmo recorte, os híbridos perderam 27,89% e os automóveis a combustão comparáveis, 22,20%.

Esse resultado pertence às amostras do IBV Auto. Não significa que todo elétrico perdeu quase metade do valor, nem descreve individualmente os cinco carros desta seleção. O próprio relatório relaciona o movimento à pressão dos preços dos elétricos novos e à concorrência comercial entre fabricantes.

Para o comprador, a implicação é prática: vale comparar o usado com a oferta à vista do zero-quilômetro equivalente no dia da negociação. Um desconto sobre o preço de lançamento pode parecer grande e ainda assim ser pouco atraente diante de uma campanha atual. Também não há garantia de que a desvalorização terminou.

Como foram escolhidos os preços desta seleção

Os exemplos abaixo foram encontrados nas páginas de estoque da Webmotors em 24/10/2026, com preço, ano, quilometragem e localização informados nos próprios anúncios. São preços pedidos pelos anunciantes, sujeitos a alteração e retirada. Não representam média nacional, valor efetivo de venda, avaliação da unidade ou inspeção realizada pelo AutoHub.

  • Renault Kwid E-Tech: R$ 70.000; fabricação/modelo 2022/2023; 82.240 km; Ribeirão Preto (SP).
  • JAC E-JS1: R$ 68.900; 2022/2022; 96.000 km; Brasília (DF).
  • CAOA Chery iCar: R$ 76.900; 2022/2023; 47.000 km; Porto Alegre (RS).
  • BYD Dolphin Mini: R$ 97.990; 2024/2025; 63.000 km; São Paulo (SP).
  • BYD Dolphin: R$ 105.900; 2023/2024; 163.000 km; Brasília (DF). Outro exemplo de 2023/2024 aparecia por R$ 119.900, com 62.000 km, em Valinhos (SP).

A diferença entre os dois Dolphin mostra por que um preço isolado não basta. Antes de comparar propostas, reúna carros da mesma versão e ano-modelo, examine a quilometragem e investigue uso anterior, revisões e garantia. Confirme se o valor anunciado é à vista ou depende de troca, financiamento ou outra condição.

1. Renault Kwid E-Tech: alternativa urbana com porta-malas de 290 litros

O Kwid E-Tech merece entrar na busca de quem precisa de um elétrico compacto para deslocamentos cotidianos. O catálogo brasileiro consultado informa 65 cv, bateria de 26,8 kWh e 185 km no PBEV, além de porta-malas de 290 litros. A autonomia serve de referência de homologação; não é promessa de distância em rodovia, com ar-condicionado ligado e carro carregado.

O exemplo de R$ 70 mil tem mais de 82 mil km. Isso pede conferência das revisões e avaliação da bateria, sem concluir que a quilometragem, sozinha, condena o carro. O comprador também deve testar acomodação e número de lugares: a documentação consultada descreve configuração de quatro ocupantes.

Antes de fechar: faça uma recarga AC e, se pretende usar eletropostos rápidos, teste também a DC em equipamento compatível. Confira cabos, conectores, bateria auxiliar, suspensão, pneus e orçamento das próximas revisões. Peça à rede uma confirmação da cobertura remanescente pelo chassi e pela data de início da garantia.

2. JAC E-JS1: preço de entrada exige atenção à segurança e ao conector

O E-JS1 aparece abaixo de R$ 70 mil no exemplo consultado, mas tem dois pontos que precisam entrar na negociação: histórico de segurança e solução de recarga. A tabela PBEV de novembro de 2023 registra 161 km para o modelo. Em edições posteriores há registro de 181 km; isso não autoriza transferir o número de uma configuração para qualquer usado anunciado.

No teste divulgado em dezembro de 2022, o Latin NCAP atribuiu zero estrela ao E-JS1/E10x/E-S1/S1 com dois airbags, apontando instabilidade estrutural e proteção pobre do tórax do motorista no impacto frontal. O resultado deve ser associado à configuração e ao protocolo avaliados. Não há fundamento para considerar que acessórios ou uma inspeção mecânica eliminem as limitações de segurança daquele projeto.

A ficha brasileira 25/26 consultada utiliza conexão GB/T, com soluções de adaptação para Tipo 2 e CCS2. Essa especificação precisa ser conferida na unidade antiga e nos acessórios que a acompanham. Comprar o carro e descobrir depois que falta o adaptador adequado pode comprometer a rotina de recarga.

Antes de fechar: identifique ano, configuração, equipamentos de segurança e conectores reais. Verifique a procedência dos adaptadores e demonstre a recarga nos equipamentos que pretende utilizar. Solicite diagnóstico da bateria e orçamento de peças junto à assistência que atenderá o veículo.

3. CAOA Chery iCar: conferir espaço real antes de escolher pelo preço

O iCar de R$ 76.900 encontrado na consulta tinha 47 mil km declarados. Seu interesse nesta seleção está na alternativa de uso urbano, mas a adequação depende de uma avaliação presencial: acesso ao banco traseiro, posição de dirigir e espaço para a bagagem habitual não devem ser decididos apenas por fotografias.

O Inmetro registra 197 km para o iCar EQ1 TEC na tabela de novembro de 2023 e 198 km na tabela de 2024 consultada. São referências de edições diferentes, não evidência de que uma unidade ganhou autonomia com o tempo. A etiqueta correspondente à configuração do carro precisa orientar a comparação.

Antes de fechar: peça diagnóstico da bateria e examine assoalho, conjunto de alta tensão e sinais de reparo de colisão com profissional capacitado. Confirme quem presta assistência na sua cidade e consulte disponibilidade, prazo e preço de componentes de carroceria. Leve ao teste os objetos que costuma transportar; capacidade abstrata de bagagem não substitui essa verificação.

A imagem de divulgação mostra as proporções e o desenho da carroceria do iCar brasileiro.Imagem: CAOA Chery / Divulgação na rede autorizada.

4. BYD Dolphin Mini: distinguir bateria, lotação e ano-modelo

O Dolphin Mini chegou ao Brasil em 2024. No material de lançamento, a BYD informa 75 cv, bateria Blade LFP de 38 kWh e seis airbags. A tabela PBEV de 2024 registra 280 km para a configuração GS EV. O exemplo usado localizado por R$ 97.990 era 2024/2025 e tinha 63 mil km declarados.

O nome Mini, porém, não identifica sozinho a bateria ou o número de ocupantes. A ficha brasileira atual consultada separa GL de 30,08 kWh e 224 km e GS de 38,88 kWh e 280 km, além de descrever cinco lugares. Essas especificações atuais não devem ser atribuídas automaticamente às primeiras unidades usadas. Identifique bateria, homologação e lotação do exemplar antes de comparar seu alcance com o de outro ano ou versão.

Antes de fechar: confira versão, lotação no documento, capacidade da bateria e etiqueta de eficiência da unidade. Teste recarga, climatização, multimídia, câmeras e todos os acessórios entregues. A presença de bateria LFP não dispensa laudo nem comprovação de cobertura de garantia.

5. BYD Dolphin: mais espaço, com quilometragem decisiva para o orçamento

O Dolphin de configuração com bateria de 44,9 kWh, 95 cv e 291 km de autonomia PBEV oferece outra possibilidade para quem precisa de um carro de uso familiar. A ficha brasileira consultada registra 4,13 metros de comprimento, entre-eixos de 2,70 metros e cinco lugares. Cabe ao comprador testar bancos, cadeirinhas e bagagem antes de concluir que atende à família.

O menor valor destacado na pesquisa, R$ 105.900, correspondia a um carro com 163 mil km. O exemplo de R$ 119.900, também 2023/2024, declarava 62 mil km. A diferença reforça que a faixa até R$ 120 mil reúne históricos de utilização muito distintos.

Antes de fechar: confira se é a configuração pretendida, sem confundir GS, Plus ou versões posteriores. Examine suspensão, pneus, freios, ar-condicionado e histórico de reparos. Solicite avaliação da bateria e confirmação escrita da cobertura aplicável àquele chassi, uso anterior, prazo e quilometragem. Equipamentos de modelos atuais também não podem ser presumidos nos primeiros usados.

Representação artística do Dolphin em estúdio fictício. O carro anunciado precisa de avaliação própria.Ilustração gerada por inteligência artificial para o AutoHub. Representação artística.

Bateria: o laudo precisa explicar o número do SoH

O estado de saúde, ou State of Health (SoH), costuma expressar a capacidade ou energia remanescente da bateria em relação a uma referência inicial. Não deve ser confundido com o estado de carga: mostrar 100% no painel significa carga completa naquele momento, não bateria sem degradação.

Um SoH de 90% também não promete exatamente 90% da autonomia homologada. A referência utilizada, o método de estimativa e o consumo do veículo interferem nessa interpretação. Um estudo de Bilfinger e coautores, publicado como preprint em 2025, discute justamente a falta de consenso para medição do SoH no nível do veículo.

Peça relatório com identificação do carro, data, ferramenta, método, referência de capacidade e conclusão do responsável. Pergunte se o valor é uma estimativa do BMS ou resultado de ensaio e quais limitações existem. Uma captura de tela sem contexto não substitui a avaliação.

Além do percentual, a inspeção deve investigar falhas registradas, reparos ou substituição de módulos, funcionamento da recarga e danos na proteção do conjunto. A avaliação do sistema de alta tensão deve ser feita por profissional capacitado, sem desmontagem improvisada pelo comprador.

Um roteiro de inspeção antes do pagamento

  1. Identifique a unidade. Confira chassi, documento, versão, ano-modelo, lotação e correspondência com a etiqueta PBEV. Verifique restrições e consulte campanhas de recall nos canais da fabricante e do trânsito.
  2. Leia o histórico. Reúna notas de revisões, ordens de serviço, reparos de colisão e eventuais trocas da bateria. Pergunte sobre uso profissional, locação, leilão e sinistro, conferindo documentalmente o que for possível.
  3. Avalie a estrutura. Inclua assoalho e alojamento da bateria na vistoria, além de carroceria, pneus e suspensão. Diagnóstico eletrônico e vistoria estrutural examinam riscos diferentes.
  4. Teste a recarga. Confira cabos, adaptadores, travas e portas. Demonstre AC e DC quando disponíveis e relevantes para o uso previsto. Anote mensagens de falha e interrupções.
  5. Confirme garantia e reparabilidade. Peça resposta da rede para aquele chassi, inclusive condições ligadas ao uso anterior. Consulte orçamento, prazo e oficina para os serviços identificados.
  6. Faça a conta completa. Some transferência, seguro, tributos aplicáveis, revisões, pneus, instalação de recarga e financiamento. Compare essa soma com outras unidades e com o zero-quilômetro equivalente.

A recarga precisa funcionar na sua rotina

Antes de escolher o carro, identifique onde ele ficará estacionado e como será carregado. Em casa ou condomínio, obtenha avaliação da instalação por profissional habilitado e orçamento do ponto adequado. Confira com o condomínio as condições de instalação e medição antes de assumir esse custo.

No uso público, examine os conectores aceitos pelo veículo e pelos equipamentos dos trajetos habituais. O caso do GB/T do E-JS1 mostra que a existência de um eletroposto não basta: conexão, adaptador, compatibilidade e funcionamento precisam ser demonstrados.

Para viajar, planeje paradas e alternativa caso um ponto esteja indisponível. Considere alcance com margem para velocidade, topografia, climatização e ocupantes. A autonomia de homologação não deve ser tratada como distância segura entre duas estações em qualquer condição.

Quanto custa rodar: um cálculo com perdas de recarga

Considere um exemplo hipotético de consumo de 15 kWh da bateria a cada 100 km e tarifa residencial final de R$ 1 por kWh. Sem perdas, seriam R$ 15. Se a eficiência do processo de recarga for assumida em 90%, a energia comprada será 15 ÷ 0,90 = 16,67 kWh, com custo de R$ 16,67 por 100 km.

Um carro a gasolina que percorra 12 km/l, com litro a R$ 6, gastaria R$ 50 nos mesmos 100 km: 100 ÷ 12 × 6. Para 1.000 km mensais, seriam aproximadamente R$ 166,67 de eletricidade contra R$ 500 de gasolina, diferença de R$ 333,33 nesse cenário.

Todos os parâmetros são ilustrativos. Não representam teste dos cinco modelos, tarifa nacional ou preço atual de combustível. Use sua conta de energia com tributos e encargos aplicáveis, seu consumo e a combinação de recarga doméstica e pública. Instalação, seguro, manutenção, juros e desvalorização ficam fora dessa comparação energética.

Menos manutenção periódica não elimina reparos caros

Elétricos a bateria dispensam vários serviços do motor a combustão, como troca de seu óleo, velas e componentes de escapamento. O Departamento de Energia dos Estados Unidos explica que a menor quantidade de peças móveis e fluidos reduz a manutenção periódica típica dos elétricos puros.

Continuam existindo pneus, freios, suspensão, climatização, bateria auxiliar e eletrônica. Sistemas com arrefecimento líquido podem exigir verificações específicas. Siga o plano do fabricante para a configuração correta e peça orçamento das intervenções próximas, sem presumir que todo elétrico utiliza o mesmo sistema térmico.

Reparo eventual é outra conta: carregador embarcado, eletrônica de potência ou bateria fora de cobertura podem exigir serviço especializado. O diagnóstico prévio ajuda a identificar risco; não elimina a possibilidade de falha futura.

Financiamento e seguro podem mudar a escolha

Compare propostas pelo Custo Efetivo Total (CET) e pelo valor total a pagar. O Banco Central explica que o CET inclui juros, tarifas, impostos e outros encargos da operação. Uma parcela menor, obtida por prazo mais longo, não demonstra que a compra ficou mais barata.

Faça a cotação de seguro para o carro e perfil corretos antes de pagar sinal. Depois confronte entrada, parcelas, recarga, seguro, manutenção e reserva para imprevistos com o orçamento disponível. A economia mensal de energia não deve ser usada como promessa de que o financiamento se pagará.

Quadro factual

Preço, alcance e condições da compra

Autonomia é referência de homologação. Preço é pedido pelo anunciante. Condição da bateria e garantia exigem verificação individual.

Pesquisa de preços

01
Consulta
24/10/2026, Webmotors
Teto da seleção
R$ 120 mil em ofertas pontuais
Menor exemplo destacado
E-JS1, R$ 68.900 e 96 mil km
Dolphin mais barato destacado
R$ 105.900 e 163 mil km

Urbanos e homologação

02
Kwid E-Tech
185 km PBEV; 26,8 kWh; 65 cv
E-JS1
161 km no PBEV 2023; 181 km em edições posteriores
iCar
197 km no PBEV 2023; 198 km na edição 2024 consultada
Aplicação ao usado
Conferir etiqueta e configuração da unidade

Configurações BYD

03
Dolphin de referência
95 cv; 44,9 kWh; 291 km PBEV
Mini GS EV no PBEV 2024
280 km
Mini GL atual
30,08 kWh e 224 km
Mini GS atual
38,88 kWh e 280 km

Condições da compra

04
Desvalorização IBV Auto
46,90% na amostra de elétricos lançados em 2023, até set/2026
Saúde da bateria
Não verificada nas unidades anunciadas
Garantia remanescente
Exige confirmação pelo chassi e histórico
Recarga e orçamento
Testar compatibilidade; comparar custo total

Opinião AutoHub

A melhor compra combina bateria documentada com recarga acessível

A desvalorização torna esses carros interessantes para quem consegue transformar preço menor em uso previsível. Nossa prioridade seria uma unidade com histórico verificável, recarga demonstrada e assistência acessível. Uma diferença de alguns milhares de reais perde relevância quando há dúvida sobre a bateria ou o custo de um reparo já necessário.

Kwid E-Tech e iCar entram na comparação de quem procura um carro urbano e confirma presencialmente espaço e acomodação. O E-JS1 exige cuidado adicional com o resultado de segurança da configuração testada e com sua solução de recarga. O preço deve ser ponderado junto dessas limitações.

Mini e Dolphin ampliam as alternativas para uso cotidiano, mas não formam uma escolha automática. Versão, lotação, quilometragem e garantia podem mudar a vantagem entre duas unidades. O Dolphin de R$ 105.900 com 163 mil km é um bom exemplo de como o histórico precisa acompanhar a manchete do preço.

Quem depende exclusivamente de recarga pública deve fazer essa conta antes da compra. Para uma rotina com carregamento acessível e trajetos compatíveis, o usado elétrico pode fazer sentido; a decisão precisa se sustentar na unidade e na infraestrutura que o comprador realmente terá.

Perguntas frequentes

Existem cinco elétricos usados abaixo de R$ 120 mil?+

Sim. A consulta de 24/10/2026 encontrou exemplos de Kwid E-Tech, E-JS1, iCar, Dolphin Mini e Dolphin dentro desse teto. São ofertas pontuais, sujeitas a alteração e avaliação individual.

O Dolphin Mini usado tem 224 ou 280 km de autonomia?+

A configuração GS EV aparece com 280 km no PBEV de 2024. A ficha atual diferencia GL de 224 km e GS de 280 km. Confira bateria, versão e etiqueta da unidade usada.

Bateria mostrando 100% significa saúde perfeita?+

Não. Estado de carga e estado de saúde são indicadores diferentes. Peça avaliação que identifique método, referência e limitações do SoH informado.

Todos usam o mesmo carregador?+

Não. Confira conector, potência aceita e acessórios da unidade. A ficha brasileira 25/26 do E-JS1 informa GB/T e soluções de adaptação, que precisam ser verificadas no carro pretendido.

A garantia continua depois da troca de proprietário?+

Não presuma cobertura. Solicite à fabricante confirmação para o chassi, data de início, quilometragem, histórico de revisões e modalidade de uso, conforme o contrato aplicável.

Qual é o melhor para ser o único carro da família?+

Depende de lotação, bagagem, trajetos e recarga. O Dolphin deve entrar na comparação de espaço, mas a decisão exige teste presencial e avaliação da unidade. Um exemplar mais barato e muito rodado pode não ser a melhor compra.

Fontes Consultadas

Banco BV, IBV Auto de setembro de 2026.

Sustenta os percentuais por tipo de propulsão e o recorte dos modelos lançados em 2023. Não serve como avaliação individual dos carros selecionados.

https://www.bv.com.br/economia/relatorios/ibv-setembro-2026

Webmotors, estoque Renault Kwid E-Tech.

Consulta direta das ofertas publicadas pelos anunciantes; inclui o exemplo 2022/2023 de R$ 70 mil e 82.240 km. Usada exclusivamente para preço pedido e dados declarados do anúncio.

https://www.webmotors.com.br/carros/estoque/renault/kwid-e-tech

Webmotors, estoque JAC E-JS1.

Origem da oferta de R$ 68.900, ano 2022/2022, com 96 mil km declarados. Não comprova estado mecânico ou preço efetivo de venda.

https://www.webmotors.com.br/carros/estoque/jac/e-js1

Webmotors, estoque CAOA Chery iCar.

Origem do exemplo 2022/2023 de R$ 76.900, com 47 mil km declarados, em Porto Alegre.

https://www.webmotors.com.br/carros/estoque/caoa-chery/icar

Webmotors, estoque BYD Dolphin Mini.

Sustenta o exemplo 2024/2025 de R$ 97.990, com 63 mil km declarados, em São Paulo.

https://www.webmotors.com.br/carros/estoque/byd/dolphin-mini

Webmotors, busca Dolphin 44,9.

Origem dos exemplos de R$ 105.900 com 163 mil km e R$ 119.900 com 62 mil km. Os resultados incluem outras versões, excluídas da comparação.

https://www.webmotors.com.br/carros/estoque/byd/dolphin/449-kw-eletrico-gs

Inmetro, PBEV de 2024.

Permite conferir os registros de Mini GS EV, E-JS1 e iCar e identificar as diferenças entre edições, sem transferi-las automaticamente a qualquer ano-modelo.

https://www.gov.br/inmetro/pt-br/assuntos/regulamentacao/avaliacao-da-conformidade/programa-brasileiro-de-etiquetagem/tabelas-de-eficiencia-energetica/veiculos-automotivos-pbe-veicular/pbe-veicular-2024-1.pdf/@@download/file

Renault, catálogo brasileiro Kwid E-Tech.

Sustenta motor de 65 cv, bateria de 26,8 kWh, autonomia PBEV, lotação e volume do porta-malas da configuração documentada.

https://cdn.group.renault.com/ren/br/renault-new-cars/editorial/2024/catalogos/AF-RMA001423R-CatalogoSetembro-Kwid-ETech-2024.pdf.asset.pdf/27714b5a6b.pdf

JAC Motors, ficha E-JS1 25/26.

Descreve a interface GB/T e os adaptadores AC/DC. Serve para alertar sobre a necessidade de identificar a unidade; não fundamenta transferência de bateria ou equipamentos atuais para usados antigos.

https://www.jacmotors.com.br/wp-content/uploads/2026/07/E-JS1-FICHA-1.pdf

Latin NCAP, resultado E-JS1/E10x/E-S1/S1 com dois airbags, dezembro de 2022.

Origem da avaliação de segurança, comentários estruturais e identificação da configuração testada.

https://www.latinncap.com/po/resultado/173/jac-e-js1--e10x--e-s1--s1-%2B-2-airbags

BYD Brasil, apresentação do Dolphin Mini em 2024.

Sustenta a chegada ao Brasil, potência, bateria declarada de 38 kWh e seis airbags do material de lançamento.

https://www.byd.com/br/noticias-byd-brasil/BYD-Dolphin-Mini-chega-para-revolucionar-o-mercado-de-carros-no-Brasil

BYD Brasil, ficha atual do Dolphin Mini.

Diferencia GL e GS, capacidades de bateria, autonomia, lotação e porta-malas, sem aplicar retroativamente a ficha aos primeiros usados.

https://www.byd.com/material/__CN/byd-site/br/fichas-tecnicas-2026/update-13-07-2026/07-13-2026---ficha-txiunica/BYD_DolphinMini_V2.pdf

BYD Brasil, ficha do Dolphin GS.

Sustenta os números da configuração de referência: 95 cv, 44,9 kWh, 291 km, dimensões e cinco lugares.

https://www.byd.com/material/__CN/byd-site/br/fichas-tecnicas-2026/update-13-07-2026/07-13-2026---ficha-txiunica/BYD_DolphinGS_V2.pdf

Bilfinger e coautores, preprint sobre medição do SoH, 2025.

Fonte primária para a distinção entre capacidade e energia remanescentes e a discussão metodológica sobre padronização do indicador.

https://arxiv.org/abs/2508.15517

Departamento de Energia dos Estados Unidos, manutenção de elétricos.

Sustenta as diferenças gerais de manutenção periódica dos elétricos puros e a necessidade de conferir o sistema térmico e a documentação de cada veículo. Não fundamenta garantias brasileiras.

https://afdc.energy.gov/vehicles/electric-maintenance

Banco Central do Brasil, Caderno de Educação Financeira, edição 2026.

Sustenta a explicação do CET e a comparação do custo total de propostas de crédito.

https://www.bcb.gov.br/content/cidadaniafinanceira/documentos_cidadania/Cuidando_do_seu_dinheiro_Gestao_de_Financas_Pessoais/caderno_cidadania_financeira.pdf

JAC Motors, material de divulgação do E-JS1

Material da fabricante para identificação visual da dianteira e traseira do E-JS1. As imagens atuais não identificam as unidades usadas anunciadas.

https://www.jacmotors.com.br/carros/e-js1/

Rede Destaque CAOA Chery, apresentação comercial do iCar

Página da oferta própria da rede que disponibiliza as imagens de divulgação do desenho e do bagageiro do iCar. Utilizada para essas imagens, sem importar dados técnicos da página.

https://destaquecaoachery.com.br/cars/icar/